Bisoprolol
O estatuto de receita médica é definido país a país — aplica-se o rótulo do país onde vive.
Beta: a seção de medicamentos ainda está sendo testada, e seus dados podem conter erros. Não confie neles para decisões sobre o seu próprio tratamento.
O bisoprolol é um betabloqueador cardiosseletivo. Atenua a ação da adrenalina nos receptores beta-1 do coração, pelo que o coração bate mais devagar e com menos força e necessita de menos oxigénio. É utilizado na hipertensão, na arritmia, na insuficiência cardíaca e na angina de peito, e está sujeito a receita médica.
Um intervalo habitual para adultos, não um rótulo nacional — a dose e o horário variam consoante o país e o produto.
As indicações aprovadas variam por país — algumas destas podem ser off-label ou não aprovadas no país onde vive.
A alimentação não faz diferença, e é habitualmente um fármaco tomado de manhã. Nunca se interrompe abruptamente, porque o coração sofre um efeito de rebote e podem seguir-se dor torácica ou ritmos perigosos; qualquer alteração é feita por quem prescreve, que na Irlanda pode ser um enfermeiro ou uma parteira com competência legal de prescrição para ajustar a dose de um betabloqueador, e não apenas um médico. Pode mascarar a aceleração do coração que normalmente sinaliza a baixa de açúcar no sangue, o que é relevante em associação com a insulina glargina e a metformina, e a glicose e os triglicerídeos são vigiados porque os betabloqueadores alteram ligeiramente ambos. Opõe-se ao salbutamol nos receptores das vias aéreas, daí a cautela na asma.
Um pulso persistentemente lento, desmaio, falta de ar acentuada, inchaço dos tornozelos ou pieira de novo aparecimento justificam todos a consulta de um médico em vez de um autoajuste. A hipoglicemia que surge sem os seus sinais de alerta habituais é outro motivo para consultar um médico.
Informação de referência, não é aconselhamento médico. Discuta qualquer alteração com o seu médico.