O exame mede a 25-hidroxivitamina D, a forma que o fígado produz a partir da vitamina D formada na pele sob a luz solar ou ingerida com alimentos e suplementos. Circula tempo suficiente para refletir as reservas, o que a torna a medida aceita do suprimento global de vitamina D. Esse suprimento sustenta o manejo do cálcio e do fosfato, a mineralização óssea e a regulação da paratireoide.
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Valores baixos devem-se mais frequentemente a pouca exposição solar, ao inverno em latitudes setentrionais, à baixa ingestão alimentar ou à má absorção após doença intestinal ou cirurgia bariátrica; a gordura corporal retém a vitamina D fora da circulação, e alguns medicamentos aceleram sua degradação. A deficiência prolongada é o que eleva o hormônio da paratireoide e enfraquece a mineralização óssea. Valores altos quase sempre remontam a suplementos, e não ao sol ou aos alimentos. Qualquer das direções é motivo para repetir a verificação e levar o resultado a um médico.
O resultado oscila com a estação — uma amostra colhida no fim do inverno fica mais baixa que a da mesma pessoa no fim do verão — e uma dose alta recente de suplemento ou uma doença aguda também o deslocam; os ensaios diferem entre laboratórios, de modo que a tendência é mais bem acompanhada em um único laboratório. Está no mesmo painel de vitaminas que a vitamina B12 e o folato, mas não é interpretada com eles: sua companhia clínica é o cálcio, o fosfato, o hormônio da paratireoide e a fosfatase alcalina.
Os intervalos de referência são valores gerais para adultos e dependem do laboratório, do método, da idade e do sexo. Servem de orientação, não de diagnóstico — discuta os resultados com o seu médico.